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Tema polêmico ou necessário para a sua carreira? Você decide! Mas antes venha debater conosco: você é realmente insubstituível? Confira a nossa primeira Centrifuga no vídeo abaixo e não se esqueça de deixar sua opinião!

A Centrífuga 'Você é insubstituível?' também está no formato podcast:

Você sabe como reagir a uma crítica desconstrutiva? Ser criticado é normal, todos somos. E isso aumenta quanto mais você se expõe. É importante ressaltar que críticas são muito importantes e úteis. Sem elas nunca conseguiremos nos desenvolver, já que precisamos ouvir um feedback externo ao nosso.

Mas somente as críticas construtivas. Porém, tem algumas pessoas que dão umas críticas vazias, que não apresentam conteúdo aproveitável algum e não agregam valor. Muitas vezes não é na maldade, mas acontece. E o que fazer?

O instinto normal de muita gente é ser agressivo e atacar quem nos criticou. "Ue, se a pessoa me ofende, eu vou ofender de volta" pensam essas pessoas. Entretanto, isso somente valida a crítica na cabeça da outra pessoa. Ela vai pensar que se você age assim normalmente, ela estava certíssima em te criticar. Daí vai dormir com a consciência limpa.

Uma estratégia que eu uso é de ser receptivo e agradecer a crítica, com o máximo de bom humor possível. Isso causa o efeito oposto. Muitos irão se sentir mal por terem criticado alguém tão simpático e acabarão se desculpando, dizendo que não foi bem essa a intenção deles. Bom, e se o cara realmente é um fdp, você não vai querer perder seu tempo discutindo com alguém assim né?

E você, o que costuma fazer nesses casos?

Quando me tornei sócio da minha última empresa, havia um funcionário que parecia ser o dono de tanto que ele mandava por lá. Todos diziam que ele era o mais qualificado da cidade e que seria impossível alguém achar um substituto. Mas sempre acreditei que ninguém é insubstituível.

Na minha opinião, ele era apenas alguém arrogante e muito bem remunerado pelo que fazia. Com o tempo, acabamos substituindo ele e vimos que os processos começaram a fluir melhor e a folha de pagamentos deu uma boa aliviada.

Muita gente acredita que é imprescindível para sua organização. E, talvez, o passado justifique essa crença: anos dedicados ao trabalho, menções de reconhecimento, grandes conquistas... Com isso, a pessoa acaba achando que, caso ela saia, a empresa irá tomar uma enorme pancada e não irá se recuperar. Mas já diz o sábio: quem vive de passado é museu.

Se você é desses que acreditam que estão em um patamar superior, talvez seja a hora de calçar as sandálias da humildade. Não viva de passado, continue batalhando diariamente, capacite-se e nunca deixe de agregar valor. Tenha sempre em mente: estabilidade não existe.