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Existe uma pessoa a quem V deve agradecer por ter um smartphone hoje: Steve Jobs. Não fosse ele e provavelmente o uso dos aparelhos teria sido atrasado em anos.

Jobs era genial no design de novos produtos. E também tinha o talento de conectar-se aos early adopters que, no fim do dia, são os que difundem os produtos da empresa. Jobs foi uma das pessoas que chamamos de iconoclastas.

Nenhuma organização pode sobreviver sem eles. São inovadores que, sozinhos, reorientam a sabedoria convencional e conseguem alcançar o que muitos consideram impossível. Iconoclastas de sucesso conseguem polinizar o ambiente ao seu redor, contagiando os futuros multiplicadores de suas ideias.

Embora indispensáveis, os iconoclastas são poucos e raros de se detectar. A explicação é que o cérebro humano impede o pensamento inovador através de fatores como medo do fracasso, desejo de se conformar e tendência de interpretar a informação sensorial de maneira familiar.

No livro "Iconoclasta", o neurocientista Gregory Berns analisa relatos de inovadores bem sucedidos e mostra o que existe além do batido segredo do sucesso.

Debatemos o livro na Centrífuga Clube do Livro. A conversa está cheia de insights!

A 'Centrífuga Clube do Livro - O Iconoclasta' também está no formato podcast:

'Em um momento que estamos testemunhando uma rápida mudança da indústria tradicional para empresas baseadas no conhecimento - e como resultado, uma transformação no trabalho dos administradores e na prática da administração - o "Primeiro os Colaboradores, depois os clientes" desenvolve questões importantes. Existe um valor inerente em cada colaborador - em seu conhecimento, sua criatividade, seu comprometimento com o trabalho e sua capacidade de cooperar?'

Nesta Centrífuga Clube do Livro, conversamos sobre "Primeiro os Colaboradores, depois os clientes", um livro que responde estas e outras perguntas:

A Centrífuga Clube do Livro - Primeiro os Colaboradores, depois os clientes' também está em formato podcast:

"O mindset fixo limita as realizações. Enche a mente das pessoas com pensamentos perturbadores, torna desagradável o esforço e leva a estratégias de aprendizado inferiores. Mais do que isso, transforma as outras pessoas em juízes, em vez de aliados. Quer estejamos falando de Darwin quer de universitários, as realizações importantes exigem grande concentração, esforço total e um baú cheio de estratégias. E também aliados para o aprendizado. Isso é o que o mindset de crescimento nos dá, e por isso permite que nossas capacidades se desenvolvam e frutifiquem."

Nesta Centrífuga Clube do Livro Daniel Scott, Frima Steinberg, Rodolfo Araujo e Roni Chittoni conversam sobre a obra da Carol Dweck - #Mindset - e o que aprenderam sobre mentalidades e desenvolvimentos, aprendizados e sucessos e, no final, indicam quem deve ler este livro - assiste e depois dá um feedback pra nós!

A ‘Centrífuga Clube do Livro – Mindset’ também está no formato podcast: