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“Minha intuição falhou comigo, então não confiarei nela de novo”. A maioria das decisões é tomada sem notar, portanto, você deve confiar na sua intuição?

Trouxemos este assunto para debater na Centrífuga:

A 'Centrifuga Debate - Você confia na sua intuição?  também está em formato podcast:

A teoria do ócio criativo diz que a sociedade precisa se libertar dos conceitos tradicionais de trabalho e diversão para vivenciar e privilegiar necessidades pessoais como amizade, interação, convivência e autoconhecimento. A essência da teoria do ócio criativo é o equilíbrio entre trabalho, estudo e tempo livre.

Será que a teoria cumpre o que promete? Será que a teoria é compatível com nossa realidade?

A Centrífuga Debate - Existe ócio criativo?' também está no formato podcast:

Ó, quantas vezes V se propôs a mudar as coisas... pra perder a vontade logo no primeiro tropeço? E aqueles objetivos bacanas pracaray que V se comprometeu... e depois simplesmente esqueceu? Quantas vezes V começou a correr... pra logo ficar desestimulado com as opiniões dos outros? Quantas vezes... resultados deram lugar a desculpas?

Qualquer um já fez algo assim - eu também

Mas ó, neste exato momento, enquanto lê estas palavras, existe uma conexão, uma linha direta com seu futuro. Lá na frente, em algum momento, V vai lembrar: 'um dia eu li sobre quantas vezes quis mudar as coisas e perdia a vontade.'

Para os resultados não darem lugar a desculpas, V precisa viver a vontade de mudar as coisas com paixão, propósito e compromisso por um único momento e depois viver a vontade de mudar as coisas com paixão, propósito e compromisso pelo próximo momento e depois pelo próximo momento e pelo próximo momento e próximo momento...

V não está preso nas garras das desculpas. Desafios são reais e alguns bem difíceis mas eles não resistem ao poder do esforço contínuo e disciplinado.

Um momento por vez,
Um momento após o outro,
Um momento e mais um

E assim V encontra o caminho para o seu futuro.
V só precisa de um momento qualquer para começar.

Que tal este?

E se V descobrisse que existe alguém que repetidamente impede que V tenha sucesso? E se V descobrisse que existe alguém que sabota seus planos e esforços, que está sempre a postos com motivos para desencorajá-lo, sempre falando com V para desistir? Como V se sentiria sobre esse feiticeiro?

Ó, de V eu não sei mas eu teria vontade de esganar o fiadaput@!

Mas... vamos combinar: é difícil apertar o próprio pescoço, né não?

Não entendeu?

Quando se trata de perseguir o próprio sucesso e realização, somos nossos piores inimigos.

"Eu jamais poderei fazer isso!" - quem nunca...?

Essa pequena voz lazarenta dentro de nós fala com desdém dos nossos objetivos e vem com dezenas de razões pelas quais não podemos alcançá-los:

"Sou fraco demais pra isso"
"Não tenho talento"
"Nunca tive sorte"
"Não tenho esta inteligência toda"

Pequenos feitiços.

E os pequenos feitiços que V atira em si próprio precisam da sua ajuda para funcionar. A boa notícia é que V não precisa ajudar.

Realmente V quer ser o "feiticeiro das fraquezas"? Claro que não!

O que V poderia realizar se sua pequena voz interior apoiasse 100% as coisas que V quer fazer? Muita coisa legal...

Seus feitiços são impotentes sem sua ajuda: pode largá-los no chão enquanto V trabalha para alcançar as estrelas.

p.s.: eu, Daniel Scott CamargoFrima Steinberg e Rodolfo Araújo debatemos este insight no "Centrífuga Clube do Livro - Mindset: a nova psicologia do sucesso". Assista no nosso canal do Youtube /centrifugueme

Milhões, incluindo V & eu, vão para o trabalho hoje e depois voltarão pra casa sem acidentes e em segurança. Hoje, milhões de pessoas vão se conhecer e se apaixonar e esse amor trará felicidade. Também hoje, milhões de pessoas vão oferecer tempo e dinheiro para outros que precisam. Hoje também serão feitas novas descobertas, novas casas serão construídas, amizades serão renovadas e crianças serão cuidadas.

Mas... e o desespero e a dor e os conflitos do mundo???

Estas coisas também vão acontecer hoje ao lado de todas as coisas boas e em proporções que são impossíveis de medir com precisão.

A questão é que banalizamos certo tipo de 'coisas boas' a tal ponto que quando V ouve sobre alguém que fez algo excepcionalmente bom para outros (hoje vidas serão salvas por heróis anônimos), parece que neste dia de hoje aconteceu apenas uma coisa boa no mundo.

O apenas 'bom' é uma parte da vida que sequer faz notícia. Mas está aí, acontecendo.

Então, assim ó: Ao lado de todas as coisas ruins, lembre que também muitas coisas boas vão acontecer hoje - não se transforme num Cândido abestalhado ou numa Pollyanna babaca, longe disso. Mas veja que, de um certo modo, se chegamos até aqui - eu & V e todos os outros - é porque simples coisas boas também acontecem no mundo.