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Ó, quantas vezes V se propôs a mudar as coisas... pra perder a vontade logo no primeiro tropeço? E aqueles objetivos bacanas pracaray que V se comprometeu... e depois simplesmente esqueceu? Quantas vezes V começou a correr... pra logo ficar desestimulado com as opiniões dos outros? Quantas vezes... resultados deram lugar a desculpas?

Qualquer um já fez algo assim - eu também

Mas ó, neste exato momento, enquanto lê estas palavras, existe uma conexão, uma linha direta com seu futuro. Lá na frente, em algum momento, V vai lembrar: 'um dia eu li sobre quantas vezes quis mudar as coisas e perdia a vontade.'

Para os resultados não darem lugar a desculpas, V precisa viver a vontade de mudar as coisas com paixão, propósito e compromisso por um único momento e depois viver a vontade de mudar as coisas com paixão, propósito e compromisso pelo próximo momento e depois pelo próximo momento e pelo próximo momento e próximo momento...

V não está preso nas garras das desculpas. Desafios são reais e alguns bem difíceis mas eles não resistem ao poder do esforço contínuo e disciplinado.

Um momento por vez,
Um momento após o outro,
Um momento e mais um

E assim V encontra o caminho para o seu futuro.
V só precisa de um momento qualquer para começar.

Que tal este?

E se V descobrisse que existe alguém que repetidamente impede que V tenha sucesso? E se V descobrisse que existe alguém que sabota seus planos e esforços, que está sempre a postos com motivos para desencorajá-lo, sempre falando com V para desistir? Como V se sentiria sobre esse feiticeiro?

Ó, de V eu não sei mas eu teria vontade de esganar o fiadaput@!

Mas... vamos combinar: é difícil apertar o próprio pescoço, né não?

Não entendeu?

Quando se trata de perseguir o próprio sucesso e realização, somos nossos piores inimigos.

"Eu jamais poderei fazer isso!" - quem nunca...?

Essa pequena voz lazarenta dentro de nós fala com desdém dos nossos objetivos e vem com dezenas de razões pelas quais não podemos alcançá-los:

"Sou fraco demais pra isso"
"Não tenho talento"
"Nunca tive sorte"
"Não tenho esta inteligência toda"

Pequenos feitiços.

E os pequenos feitiços que V atira em si próprio precisam da sua ajuda para funcionar. A boa notícia é que V não precisa ajudar.

Realmente V quer ser o "feiticeiro das fraquezas"? Claro que não!

O que V poderia realizar se sua pequena voz interior apoiasse 100% as coisas que V quer fazer? Muita coisa legal...

Seus feitiços são impotentes sem sua ajuda: pode largá-los no chão enquanto V trabalha para alcançar as estrelas.

p.s.: eu, Daniel Scott CamargoFrima Steinberg e Rodolfo Araújo debatemos este insight no "Centrífuga Clube do Livro - Mindset: a nova psicologia do sucesso". Assista no nosso canal do Youtube /centrifugueme

"O mindset fixo limita as realizações. Enche a mente das pessoas com pensamentos perturbadores, torna desagradável o esforço e leva a estratégias de aprendizado inferiores. Mais do que isso, transforma as outras pessoas em juízes, em vez de aliados. Quer estejamos falando de Darwin quer de universitários, as realizações importantes exigem grande concentração, esforço total e um baú cheio de estratégias. E também aliados para o aprendizado. Isso é o que o mindset de crescimento nos dá, e por isso permite que nossas capacidades se desenvolvam e frutifiquem."

Nesta Centrífuga Clube do Livro Daniel Scott, Frima Steinberg, Rodolfo Araujo e Roni Chittoni conversam sobre a obra da Carol Dweck - #Mindset - e o que aprenderam sobre mentalidades e desenvolvimentos, aprendizados e sucessos e, no final, indicam quem deve ler este livro - assiste e depois dá um feedback pra nós!

A ‘Centrífuga Clube do Livro – Mindset’ também está no formato podcast:

Em uma aula do doutorado em estatística, o professor mostrava duas equações nunca resolvidas antes. Um aluno chegou tarde e perdeu essa explicação, mas copiou as equações.

George Dantzig, o aluno atrasado, voltou ao professor dias depois dizendo que o dever de casa tinha sido mais difícil que o normal e, por isso, demorou mais para terminar.

Por que ele resolveu as equações? Provavelmente porque viu um dever de casa e não equações impossíveis de resolver. Se ele achasse que era impossível, talvez não insistisse tanto e aceitasse logo o fracasso.

A psicóloga Carol Dweck, acredita que temos duas maneiras de encarar a inteligência e, por extensão, os desafios:

• uns acham que nascemos com uma quantidade de inteligência – e ou somos inteligentes, ou não. É o mindset fixo;
• outros acreditam que a inteligência sempre pode aumentar, melhorar. É o mindset de crescimento.

Assim, o mindset interfere em como lidamos com os erros. Quem acredita no mindset fixo tem medo de errar, pois isso significa que sua quantidade de inteligência é baixa. E esse medo de errar aos poucos se transforma em medo de tentar. É uma crença limitante.

E se alguém tem medo de tentar algo difícil, imagina se achar que é impossível e vários já fracassaram? Dantzig, que não sabia de nada, foi lá, tentou e conseguiu.