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Existe uma pessoa a quem V deve agradecer por ter um smartphone hoje: Steve Jobs. Não fosse ele e provavelmente o uso dos aparelhos teria sido atrasado em anos.

Jobs era genial no design de novos produtos. E também tinha o talento de conectar-se aos early adopters que, no fim do dia, são os que difundem os produtos da empresa. Jobs foi uma das pessoas que chamamos de iconoclastas.

Nenhuma organização pode sobreviver sem eles. São inovadores que, sozinhos, reorientam a sabedoria convencional e conseguem alcançar o que muitos consideram impossível. Iconoclastas de sucesso conseguem polinizar o ambiente ao seu redor, contagiando os futuros multiplicadores de suas ideias.

Embora indispensáveis, os iconoclastas são poucos e raros de se detectar. A explicação é que o cérebro humano impede o pensamento inovador através de fatores como medo do fracasso, desejo de se conformar e tendência de interpretar a informação sensorial de maneira familiar.

No livro "Iconoclasta", o neurocientista Gregory Berns analisa relatos de inovadores bem sucedidos e mostra o que existe além do batido segredo do sucesso.

Debatemos o livro na Centrífuga Clube do Livro. A conversa está cheia de insights!

A 'Centrífuga Clube do Livro - O Iconoclasta' também está no formato podcast: