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Por que algumas empresas perdem os melhores talentos? No mundo atual, a complexidade dos paradigmas efetuados causa impacto indireto na reavaliação das condições financeiras exigidas. Hoje, já podemos já vislumbrar o modo pelo qual o entendimento da realidade administrativa afeta positivamente os níveis de motivação departamental.

Pensando mais a longo prazo, o julgamento imparcial das eventualidades representa uma abertura para a melhoria dos índices pretendidos. Não obstante, a consolidação das estruturas estende o alcance e a importância do retorno esperado. Portanto, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos irá ressaltar a relatividade da gestão inovadora da qual fazemos parte.

Não entendeu uma palavra do que foi dito? Ainda bem! O texto acima foi produzido por um gerador de textos aleatórios. Mas tenho certeza que não parece muito diferente de algo que você já ouviu na faculdade ou no escritório da sua empresa.

Esses são os famosos bullshitters: enganadores profissionais que enrolam de todas as formas e usam seu poder de persuasão para te convencer de qualquer coisa.

Agora, se você concordou com o que foi dito, precisa seriamente assistir ao último episódio da Centrífuga!

Centrífuga Debate - Bullshit ! também está disponivel em podcast:

Hora do almoço. Em vez de dar comida às crianças, vamos levá-las na loja de brinquedos. A mais velha escolhe um bonequinho do Super Mário e, a outra, uma bonequinha do filme da Disney. Um pacote de jujubas de brinde para cada, R$ 30 de conta e pronto, vamos embora.

– Ué, mas e o almoço?
– Como assim? Que almoço? As crianças já almoçaram. Cada uma comeu um pacote de jujubas. E ainda estão levando um brinquedinho para casa.

Se a história acima parece esdrúxula é somente porque foi contada desta forma. Mas ela acontece todos os dias, milhares de vezes, em famílias de todos os níveis sociais. É que em vez de ir à loja de brinquedos, a família vai ao McDonald’s – o que, no final, dá no mesmo.

Presenciei cena rigorosamente igual, num shopping, e daí veio o insight. Duas meninas na mesa abrindo seus brinquedos. O cheeseburger fica intocado, abandonado de lado. Batata frita idem. A única coisa que elas ingerem é o refrigerante.

Aí, em um gesto de extrema demonstração de poder, de grande conhecimento de psicologia infantil e nutrição, a mãe diz que a menina só pode beber o refriferante se comer a “comida”. A menina retruca e a mãe cede com a condição de ela comer as batatas fritas. O cheseburger segue intocado.

Agora vamos ver o que aconteceu na cena:

  1. A criança não queria ir ao McDonald’s. Ela queria um brinquedo. Claro! Toda criança quer. Mas do alto dos seus três anos de idade, ela já aprendeu que brinquedo da loja de brinquedos a mãe não dá. Mas brinquedo junto com junkie food ela dá. E nem precisa comer a junkie food. Pode ser que a mãe obrigue a criança a comer. Junkie Food. E pode ser que a criança comece a gostar. De junkie food. E que depois ela só queira junkie food, mesmo que não ligue mais para os brinquedos. E a mãe vai perguntar onde foi que ela errou?
  2. Comer bife e brócolis em casa ou tomar refrigerante e ganhar brinquedo na rua? Opção número dois, por favor.
  3. Engordar já não é mais problema, hoje em dia. Em vez de se preocuparem com a saúde dos filhos, as mães de hoje repetem o discurso que aprenderam na Marie Claire: “as pessoas vão gostar de você pelo que você é, meu amor. Se você está feliz com o seu corpo, então você é o máximo. Seja quem você quiser ser. Além disso, se o seu amiguinho chamar você de gorda, você conta pra mamãe e eu reclamo com a Diretora e chamo a polícia. E não precisa comer a batata frita. Come só o nugget que eu vou buscar o seu sorvete. E deixa que eu imprimo sua lição de casa pra você poder ver as Titiquitas.”

Só pra terminar o show de horrores: a comida da mãe chegou. Toda balanceada. Mas ela comeu o cheseburguer da filha e o da amiga da filha. E as batatas. E ainda não entende por quê não consegue emagrecer se sua dieta é um primor. Ela ainda não entendeu que o que emagrece é o que ela come, não o que ela pede – e o que ela pede não guarda nenhuma relação com o que ela come, no fim das contas.

E as meninas? Bem, as meninas comeram o arroz do prato da mãe. Com as mãos.

“Minha intuição falhou comigo, então não confiarei nela de novo”. A maioria das decisões é tomada sem notar, portanto, você deve confiar na sua intuição?

Trouxemos este assunto para debater na Centrífuga:

A 'Centrifuga Debate - Você confia na sua intuição?  também está em formato podcast:

A teoria do ócio criativo diz que a sociedade precisa se libertar dos conceitos tradicionais de trabalho e diversão para vivenciar e privilegiar necessidades pessoais como amizade, interação, convivência e autoconhecimento. A essência da teoria do ócio criativo é o equilíbrio entre trabalho, estudo e tempo livre.

Será que a teoria cumpre o que promete? Será que a teoria é compatível com nossa realidade?

A Centrífuga Debate - Existe ócio criativo?' também está no formato podcast:

Ó, quantas vezes V se propôs a mudar as coisas... pra perder a vontade logo no primeiro tropeço? E aqueles objetivos bacanas pracaray que V se comprometeu... e depois simplesmente esqueceu? Quantas vezes V começou a correr... pra logo ficar desestimulado com as opiniões dos outros? Quantas vezes... resultados deram lugar a desculpas?

Qualquer um já fez algo assim - eu também

Mas ó, neste exato momento, enquanto lê estas palavras, existe uma conexão, uma linha direta com seu futuro. Lá na frente, em algum momento, V vai lembrar: 'um dia eu li sobre quantas vezes quis mudar as coisas e perdia a vontade.'

Para os resultados não darem lugar a desculpas, V precisa viver a vontade de mudar as coisas com paixão, propósito e compromisso por um único momento e depois viver a vontade de mudar as coisas com paixão, propósito e compromisso pelo próximo momento e depois pelo próximo momento e pelo próximo momento e próximo momento...

V não está preso nas garras das desculpas. Desafios são reais e alguns bem difíceis mas eles não resistem ao poder do esforço contínuo e disciplinado.

Um momento por vez,
Um momento após o outro,
Um momento e mais um

E assim V encontra o caminho para o seu futuro.
V só precisa de um momento qualquer para começar.

Que tal este?